Autossuporte: a base real da autoestima.
- Nicole Stephanie
- 25 de fev.
- 1 min de leitura
Atualizado: 3 de mar.

Você já tentou se sentir confiante e só conseguiu sentir frustração?
Talvez tenha ouvido que para ter autoestima é preciso se amar acima de tudo, estar sempre feliz ou manter uma confiança inabalável. Mas, percebo em consultório que isso acaba por gerar mais ansiedade, como se conquistar a tal “autoestima ideal'' fosse um troféu a ser conquistado, o que tende a frustrar quando não se consegue manter isso diariamente.
Na abordagem da Gestalt-terapia em que trabalho, existe um conceito chamado de autossuporte. Que compreende a autoestima não como gostar de tudo em si a todo tempo, mas conseguir construir uma base de apoio interna que lhe permita atravessar os dias difíceis sem se abandonar.
E para fortalecer isso, é preciso conhecer e ampliar a consciência sobre suas necessidades. Por exemplo: reduzir a tentativa de se encaixar nas expectativas alheias e começa a olhar para o que você realmente quer para si. Ou quando as coisas não saem como planejou, mas isso não te desorganiza, apesar de você sentir as emoções normalmente, mas se apoiar quando o dia pesa.
Além disso, é importante se movimentar para reduzir a autocrítica ou busca da perfeição irreal e encarar a realidade do que é possível no momento presente, de modo a se autorregular.
Como você percebe o seu autossuporte hoje? Se você sente que sua base está fragilizada, a psicoterapia é o espaço seguro para identificar e fortalecer seus recursos internos e assim poder construir uma relação mais gentil com a sua própria história.
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